De onde vem o termo.
O sociólogo Harold Wilensky usou a expressão no livro Organizational Intelligence, de 1967, ao estudar como governos e empresas coletam e usam informação para decidir, e por que grandes organizações erram mesmo tendo a informação certa em algum lugar. No começo dos anos 2000, Karl Albrecht popularizou o conceito na gestão, com uma observação que qualquer gestor reconhece: pessoas inteligentes, reunidas numa organização, tendem a uma estupidez coletiva quando a estrutura não ajuda. Ele propôs sete dimensões, entre elas visão estratégica, alinhamento e o uso do conhecimento.
Na literatura brasileira de ciência da informação, o termo aparece como a capacidade de a organização identificar, capturar, disponibilizar e usar informação e conhecimento. O ponto comum de todas as definições é o mesmo: inteligência organizacional é uma propriedade da empresa, não das pessoas.